sábado, 30 de janeiro de 2016

Vivências e memórias

A virada e o início do ano são as épocas mais festejadas por aqui: depois do Natal e do Ano Novo, logo chegam os aniversários do Gustavo, do Benjamin e da Chloe. Há quem não goste de aniversários próximos por perder o holofote da festa e a exclusividade da comemoração, mas para quem tem família grande e saldo finito, eles são uma bela oportunidade para economizar. Este ano, porém, não foi um ano de festa no sentido convencional do termo, com bolo e balões, mas um ano de passeio especial.

Nossa decisão de não fazermos festas anuais tem a ver com o fato de que, embora elas seja ocasiões especiais, são vivências em grande parte semelhantes entre si, assim, a opção de festejarmos com um passeio é, por um lado, uma alternativa à repetição e, por outro (e principalmente), a chance de oferecer às crianças uma experiência nova, dando a elas a oportunidade de vivenciar algo que desejavam e que ficará em suas memórias para sempre.

Esta é uma prática que já adotamos em aniversários anteriores com bastante sucesso: já fomos a parques de diversões, lanchonetes e sorveterias favoritas. Mas é importante ressaltar que só faz sentido e só dará certo substituir a festinha pelo passeio no caso de a criança topar a proposta, sem obrigatoriedade alguma, afinal, aquele é o dia dela.

Neste ano fomos ao zoológico mais bonito que já visitei, o zoológico da cidade de Gramado.


Embora não seja tão grande nem conte com tantas espécies (a proposta é exibir apenas animais brasileiros, sem elefantes, leões e girafas, portanto), é, sem dúvida, o mais organizado, limpo e bem cuidado que já vi. Infelizmente, como estava bastante calor, como tínhamos várias crianças para cuidar e como o cansaço não demorou a bater, em pouco tempo desisti de fotografar os animais. Desculpa aí, pessoal.


Logo na entrada, adentra-se no viveiro das aves. Sim, elas não estão em gaiolas, mas em um enorme viveiro dentro do qual passeamos e podemos vê-las a centímetros de distância. Araras, papagaios e outras aves das quais nem lembro o nome estão por todos os lados exibindo sua beleza e emitindo seus cantos.



Em seguida, depois de cruzarmos por nuvens de borboletas, chegamos, se bem me lembro, aos macacos: bugios, macacos-prego, micos e muitos outros. Além deles, alguns felinos, como o puma, a jaguatirica e a majestosa onça também estavam no percurso (novamente, não em jaulas, mas em espaços com uma grossa vitrine, o que protege e permite proximidade). Obviamente, mamíferos como o lobo guará, a Dilma, digo, a anta, a capivara, entre outros estavam presentes. Patos, jacarés, cobras, cágados, lagartos...



Mas o mais belo animal, na minha opinião, é o cervo do Pantanal. Que animal adorável! Belo, tranquilo e de aspecto tão doce (imagem do google :p)!


Não é preciso dizer o quanto as crianças gostaram. Benjamin, inclusive, já queria que começássemos a planejar uma nova visita para a semana que vem, só que desta vez para o passeio noturno (há uma programação específica para a noite no zoológico!). Claro que não iremos, não semana que vem, mas certamente é uma possibilidade para algum passeio futuro.
De todo modo, mais uma vez a opção passeio especial se mostrou uma decisão que renderá ainda muitas conversas e lembranças.

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