Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Dezembro, 2015

Meu conto de Natal favorito

Hoje à noite, por ocasião do Natal, interromperemos a sequência da nossa leitura noturna do momento para lermos aquele que é o meu conto de Natal favorito. Aos que quiserem fazer o mesmo, deixo-o copiado abaixo. Tenho certeza absoluta de que não haverá razões para arrependimento. :)

Um feliz Natal a todos! Que o Menino Deus nos inspire para que em 2016 sejamos corajosos como Ele sempre foi, para que lutemos por aquilo que, mais que nosso direito, é nosso divino dever: educar nossos filhos.



O Gigante egoísta, de Oscar Wilde.
Todas as tardes, quando voltavam da escola, as crianças costumavam ir brincar no jardim do Gigante.
Era um belo e vasto recanto, coberto de grama verde e macia. Aqui e ali, por sobre a relva, apontavam lindas flores, semelhando estrelas. Havia doze pessegueiros que, na primavera, se abriam em delicada floração de cor rosa e pérola; no outono, ficavam carregados de deliciosos frutos. Os pássaros, pousados nas árvores, cantavam tão docemente que as crianças costumavam i…

O dia em que a família ficou em segundo lugar

Ontem pela manhã estivemos reunidos com representantes da Associação dos Procuradores do Estado do RS (a APERGS) exigindo a retratação do procurador Luis Carlos Kothe Hagemann. Para quem não sabe, o procurador Hagemann solicitou, na qualidade de representante do estado do Rio Grande do Sul, o ingresso como amicus curiae no caso da menina Valentina Dias, uma homeschooler que recorreu ao STF para garantir o seu direito de ser educada em casa. O caso é seríssimo, pois o seu resultado repercutirá sobre todas as famílias homeschoolers do Brasil. Para quem quer saber mais, ficam aqui os links: qual foi o problema com a petição do procurador, como foi o primeiro encontro com a procuradoria e a nossa petição pública pela retratação do procurador.

Mas voltando ao início, chegamos, na reunião de ontem, com um grande atraso. Embora tenhamos saído de casa com tempo de sobra, ficamos trancados num engarrafamento na BR-116, na região de São Leopoldo, por muito tempo. Assim, quando finalmente consegu…

Feminismo? Não, obrigada.

Ontem à noite, eu, Aline Brodbeck e Carol Balan participamos do programa ELAS, o espaço feminino do Terça Livre, falando sobre "carreira profissional vs. casamento e filhos", o assunto do encontro. Contamos para Cínthia Tonani e Laíza Helena um pouco das nossas experiências, tanto no mundo do trabalho como na família, compartilhamos algo das nossas compreensões acerca do atual estado de coisas no universo feminino e também um pouco do nosso trabalho. Quem quiser conferir, aqui está o vídeo do hangout. ;)

Links mencionados no programa:Meu curso "De volta ao lar".Blog Femina, da Aline Brodbeck.Curso "Como catequisar seus filhos em casa", do casal Brodbeck.

Governo deixa família em "milhões de pedaços”

A Suécia, um país elogiadíssimo entre nós, brasileiros, pela honestidade de seus políticos, pela liberalidade do estilo de vida dos seus cidadãos e pelo seu laicismo, há sete anos mantém cativo o menino Domenic, que nunca mais pôde ver seus pais, sob a alegação de praticar a perigosíssima educação domiciliar.
Sem sombra de dúvida, uma das histórias mais tristes que já acompanhei. Uma história que mostra bem o quanto um Estado de poder incontrolável (o sonho de todos os esquerdistas) não dá a mínima para os indivíduos, muito menos para as crianças, e se precisar destruí-las não pensará duas vezes.

Tradução de Mariana Belmonte

Corte não autoriza que pais homeschooolers sequer  vejam o filho sequestrado pelo Estado.

A Suprema Corte sueca recusou-se a deixar que o casal Johansson visse seu filho de 14 anos de idade, que foi basicamente “sequestrado pelo estado” e levado por assistentes sociais quando ainda tinha apenas 7 anos de idade, simplesmente porque era educado em casa.

A notíc…

Muito prazer, meu nome é Megera

Seremos injustos se apontarmos o feminismo como a origem do problema da confusão hierárquica nas famílias (e, consequentemente, na sociedade): esta é, possivelmente, uma das mais antigas estratégias postas em execução contra a humanidade. Se não acredita, confira lá no Livro do Gênesis. O diferencial em nossos dias é que agora o que era exceção tornou-se regra, de modo que a maioria de nós já não sabe o que convém ao seu papel, o que compete à sua alçada (para não mencionar os casos em que já nem se acredita em papéis e alçadas distintas, mas esse é um outro assunto), exercendo de maneira angustiada, confusa, aleatória ou inconsciente os seus deveres.

Hoje mesmo recebi (mais) um e-mail de uma mãe que não sabe o que fazer para controlar o desejo que os filhos têm de assistir televisão. Dias atrás uma outra mãe procurou-me sem saber o que fazer para conseguir com que os filhos escovassem os dentes. Houve ainda o caso de alguns que relutavam em estudar. Em outra ocasião... Bom, melhor par…

Feminismo, maternidade e fé em notas soltas

As notas abaixo foram escritas no facebook, mas penso que vale a pena compartilhá-las aqui com vocês:

I.
Hoje caminhei pela cidade, em meu passo de tartaruga manca, pagando contas e comprando algumas coisas para o Natal. Sem pressa, conversei com algumas pessoas desconhecidas. A maioria de vocês, mulheres, não faz idéia do quanto é bom encher a boca para dizer, em resposta às perguntas sobre o bebê e a gestação, que este é o meu quarto filho. Dá uma alegria poder ver nos olhos das mulheres os preconceitos se desmanchando e uma inesperada alegria nascendo. Quando elas vêem uma mulher jovem, tranquila, falando com amor de sua família, de seu marido e de seus filhos, inevitavelmente elas se vêem diante de um outro modo de ser mulher, diferente do que nos vendem e nos forçam a grande mídia e, lógico, as feministas. Não sei -- e nem me interessa saber -- que espécie de fruto -- se é que dará algum fruto -- nascerá desse tipo de informalidade, mas sei que me enche de alegria e gra…