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Mostrando postagens de Julho, 2015

A difícil lição da humildade

Nos últimos meses, tenho tido o privilégio de conviver -- mais virtualmente do que presencialmente, é verdade -- com um grupo considerável de mulheres que enchem-me de orgulho e inspiram-me. São mulheres que apesar de todas as pressões, internas e externas, procuram retornar aos próprios lares, dedicando-se o máximo possível à família. Mulheres que, assim como eu, precisaram redescobrir muitas coisas, pois elas mesmas não haviam sido ensinas por suas mães, de modo que o caminho de retorno, embora incomparavelmente gratificante, não é carente de empecilhos, dificuldades e frustrações.


Algumas dessas dificuldades nascem da própria escassez de convívio, da falta de prática uns com os outros por um período maior de tempo, além do egoísmo inerente a todos nós, seres humanos. É como se precisássemos reaprender a viver estando mais tempo juntos, sem os tão caros e defendidos "tempos para si" de que tanto se fala hoje em dia. Afinal, como não irritar-se, como não gritar, como não exa…

Mulheres cristãs, redirecionem: voltem para casa

O texto que publico a seguir é de autoria de Kimberly Fletcher e foi traduzido por minha amiga Laura Mac-Knight. Trata-se de uma resposta ao questionamento feito por um dos mais conhecidos radialistas norte-americanos sobre onde estavam os protestos contra a recente decisão da Suprema Corte de aceitar a união civil de pessoas do mesmo sexo. Como fazemos parte do mesmo front, embora em continentes distintos, acredito que o texto é extremamente oportuno, em especial às minhas alunas e ex-alunas do curso "De volta ao lar".

A versão original encontra-se aqui. CARO RUSH: ESTÁ NA HORA DE NÓS RECUPERARMOS NOSSOS FILHOS E NOSSAS FAMÍLIAS
Por Kimberly Fletcher
Rush Limbaugh fez uma pergunta muito interessante em seu programa de rádio no dia 02 de julho. Curioso sobre a falta de protestos públicos em relação às decisões da Suprema Corte, ele perguntou a seus ouvintes:

“Vocês não estão surpresos com a total falta de qualquer protesto público? Qual é a sua reação diante da  aparente aceitaçã…