sexta-feira, 11 de julho de 2014

Alternando as ferramentas

De tempos em tempos, parece-me útil e revigorante modificar as ferramentas utilizadas para a realização dos estudos. Eu já havia escrito sobre isso, creio que meses atrás, lá no facebook, mas penso que possa ser útil ao demais leitores a elucidação da questão por aqui também.

Muitas vezes, depois de longos períodos de utilização dos mesmos meios de aprendizagem, algumas crianças passam a rejeitar ou a resistir às aulas. Alguns pais e professores se confundem, pois não sabem se há uma dificuldade quanto ao conteúdo apresentado ou se o problema refere-se à forma de trabalho do conteúdo.

Recentemente, aqui em casa, Chloe começou a resistir ao estudo do inglês. Claro, com o latim entrando em campo, o inglês deixou de parecer tão legal. Mas, além disso, havia também o fato de que já vínhamos utilizando o duolingo há quase um ano. Como sei que o bom rendimento no aprendizado de uma língua estrangeira depende sobretudo da constância nos estudos da mesma, resolvi que era hora de encontrar uma alternativa.

A primeira opção foi utilizar uma excelente gramática com exercícios que tenho aqui em casa. O interesse da Chloe renovou-se instantaneamente... mas esmoreceu em seguida. É que o modo de abordagem dos conteúdos da gramática, ainda que referindo-se ao nível básico, era muito difícil para ela, de modo que a necessidade da minha ajuda era constante. Não, isso não é um problema para mim, mas é um problema para ela, que já está habituada a estudar autonomamente, com o mínimo de intervenção da minha parte. Assim, já na segunda lição, abandonamos a gramática.

A segunda opção foi recorrer a uma amiga que possui uma boa coleção de livros em inglês para iniciantes. Livrinhos de histórias mesmo, com ilustrações, alguns com rimas, outros com trava-línguas, etc. Propus-lhe uma troca temporária: eu emprestei "O livro das virtudes" e ela emprestou-me vários livrinhos para "Beginning beginners". O resultado não poderia ser melhor! Primeiramente, li para as crianças e traduzi algumas vezes. Depois, Chloe pegou os livrinhos para ler e traduzir para mim. Por fim, passou a fazer o mesmo para os irmãos: lendo e traduzindo as historinhas. Com isso conseguimos dar um tempo no duolingo sem deixar de estar em contato com o inglês.


Minha linda lendo e traduzindo.

Outros livros da coleção. Os do Gatola eu não gosto muito.

Meu favorito. Conta a história de um cachorrinho que adota um menino.
Para encerrar, deixo a sugestão: se você se deparar com situação semelhante com o seu filho, faça o teste, mude a ferramenta e veja se o conteúdo não deslancha. ;)

domingo, 6 de julho de 2014

Os elogios, as críticas e o amor

Uma amiga do facebook fez-me, a mim e ao prof. Carlos Nadalim, uma pergunta muito interessante, a qual decidi, com algumas adaptações, compartilhar aqui com vocês: Como criar uma criança virtuosa sabendo como e o quanto elogiá-la, sem torná-la vaidosa?

Minha amiga, ao ler a história de Santa Teresinha, deparou-se com o relato de uma ocasião em que seu pai sinalizou a uma terceira pessoa para que não a elogiasse. Por conta disso, Santa Teresinha afirma ter crescido sem importar-se com a admiração alheia, e tornando-se, assim, humilde. Que grande questão, não?
Penso que não exista receita pronta. Uma regra que valha para todas as famílias e todas as crianças. É preciso levar em conta as inclinações da criança e o tipo de elogio que lhe são feitos. Por exemplo, se a criança é tímida, mais introspectiva, um pouco insegura, penso que elogios só a ajudarão. Mas elogios sinceros, nada de bajulação ou puxação de saco. Já se a criança é bastante segura de si, extrovertida, falante, é bom pegar leve. Não se trata de não elogiá-la, mas de perceber quando a ocasião em que um elogio é realmente importante: numa situação nova, desafiadora, em algo especialmente difícil ou que ela não deseja fazer... Mas, novamente, elogios sinceros, sem bajulação. Enfim, é preciso saber dosar considerando a criança e a ocasião.

Além disso, há o outro lado da moeda: a crítica. A criança também precisa saber lidar com a recriminação quando não faz o que é certo ou o que deveria ter feito. Saber comunicar o peso do problema também ajuda a equilibrar as coisas psiquicamente. Uma criança que só é elogiada e jamais repreendida ou criticada muito provavelmente se tornará arrogante, vaidosa e menosprezará os demais. Uma criança que é elogiada e repreendida ou criticada nos momentos certos, ao que me parece, tenderá a dar uma melhor medida para as coisas e para si mesma, sabendo que não é o centro do universo nem a pior criatura do mundo, entende?

Não sei se ajudei ou se piorei as coisas com tanta explicação.

Resumindo: penso que as crianças não devam ser tolhidas de ambas as coisas, elogios e críticas, pois ambas fazem parte da vida e de nós mesmos. Mas é preciso sabedoria para ver o que a criança precisa mais, quando e como.

Agora, voltando ao caso de Sta. Teresinha... Veja, como ela era uma menina que sabia ser profundamente amada pelos pais e, por isso mesmo, segura de si, o gesto paterno não a magoou, não a fragilizou, mas, ao contrário, a fortaleceu, pois aquele que era o principal responsável por nutri-la emocionalmente, seu pai, havia cumprido bem o seu papel. Mas, imagine se ele não tivesse cumprido bem o seu papel: ao vê-lo impedindo o gesto de louvor de uma terceira pessoa, penso que Sta. Teresinha provavelmente se sentiria diminuída ou lesada de algum modo.

No fundo, no fundo, o que importa mesmo é a criança saber-se amada. Isso fará toda a diferença no lidar com os elogios e com as críticas. Ela precisa saber que o amor dos pais independe dos seus erros e acertos. Nada é mais importante, em se tratando de uma verdadeira educação infantil, do que imprimir uma marca profunda na alma da criança, uma marca que dê a ela a certeza invencível de que é muito, muito amada. Todo o restante depende disso. Esse amor é algo que lhe devotamos pelo simples fato de existir, nada a mais.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Sites conservadores e cristãos são bloqueados em escola nos EUA

Tradução de Marco Carrero

Escola bloqueia sites Conservadores e Cristãos; Libera sites de cunho esquerdista, além de possibilitar o acesso a sites de conteúdo Islâmico.

19 de Junho 2014, por Jennifer Burke

Na medida em que a esquerda assumiu o sistema escolar, eles têm frequentemente sido acusados de usarem esse local como um meio de doutrinação para as mentes mais vulneráveis, as dos nossos filhos. Com inúmeras histórias de aulas cujo núcleo comum é o ensino anticapitalista, anticonservador e ideias anti-americanas, a preocupação com a doutrinação cresceu. 

Temos uma nova história em Connecticut que oferece uma prova de quão longe o esquerdismo dominou o sistema escolar, empurrando sua ideologia unilateral para a nossa juventude, em uma tentativa de controlar seu pensamento. 

A filial da Fox News, em Connecticut, preparou uma reportagem sobre os resultados das pesquisas feito por Andrew Lampart, que frequenta a Escola Secundária de Nonnewaug, no Distrito Escolar de Woodbury. Como ele estava preparando uma pesquisa a fim de participar de um debate, Lampart descobriu que não podia acessar o site da Associação Nacional de Rifle. No entanto, ele pôde acessar sites que são contra a Segunda Emenda, como o www.momsdemandaction.org e www.newtownaction.org. 

Ao investigar mais a fundo, Lampart notou um padrão. 

O site do Partido Republicano foi bloqueado, mas o site do Partido Democrata não estava. 

Sites como National Right-to-Life (www.nrlc.org) foram bloqueados, mas o Planned Parenthood (www.plannedparenthood.org) e Pro-Choice America (www.prochoiceamerica.org) não estavam. 

O distrito escolar ainda teve sites afiliados religiosos como Christianity.com e o site oficial do Vaticano bloqueados, mas os estudantes podiam acessar Islam-guide.com livremente. 

Lampart, que tem 18 anos de idade, disse: "Eles estão tentando, na minha opinião, esconder de nós o que está realmente acontecendo em todo o país e ao redor do mundo, bloqueando esses sites. E deveria ser o contrário. Os sites devem ser desbloqueados para que os estudantes possam obter diferentes pontos de vista dos diferentes lados de cada argumento."

Ele levou suas conclusões ao superintendente regional, mas suas preocupações caíram em ouvidos surdos. Após a ausência de resposta do Superintendente, Lampart decidiu ir ao Conselho de Escolar. O Presidente do Conselho afirmou que a diretoria da escola irá investigar as descobertas de Lampart e diz que apreciou que Lampart tenha levantado essa importante questão. 

ASSISTA, no vídeo, a reportagem sobre a investigação de Lampart e a resposta do distrito.

Para ler a matéria original, clique aqui.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

A vacina anti-HPV e a legalização da pedofilia

A recente distribuição e aplicação das vacinas anti-HPV nas escolas deu o que falar. Ouvi de muitas mães, ditas cristãs inclusive, que não devíamos ver "chifre em cabeça de cavalo", que não devíamos "demonizar" todas as coisas, pois, afinal de contas, hoje em dia "é assim mesmo", as meninas acabam perdendo a virgindade mais cedo. Sim, na opinião de tais mães, não devemos nortear nossas vidas por aquilo que deveria ser, mas por aquilo que é. Em outras palavras, se a menina se comporta como uma perfeita vagabunda aos 11 anos de idade, bem, trate-a como a perfeita vagabunda que é, não lute para livrá-la dessa vida e para preservá-la de uma iniciação sexual precoce. Não. Precisamos ser "práticos", seja lá que diabos isso queira dizer.

No entanto, apesar da satisfação destas e de muitas outras prudentes mamães Brasil afora, que agora não terão suas promissoras filhas contaminadas pelo HPV, o número de casos com efeitos colaterais severos não foi pequeno. E isso que só levamos em conta aquilo que veio a público, pois não temos como mensurar os casos de pessoas que não buscaram auxílio ou simplesmente não entraram para as estatísticas.

(Aqui no Rio Grande do Sul, por exemplo, a cidade de Pelotas cancelou as vacinações depois que seis meninas convulsionaram poucas horas após o recebimento da dose. Todo o lote foi recolhido, mas muitas meninas já haviam recebido a injeção. Basta uma busca rápida no youtube para ter acesso a diversos casos ocorridos por todo o mundo e que relatam coisas semelhantes ou até piores. Em um deles, uma garota ficou paraplégica após o recebimento da vacina.)

Mas como o que é ruim sempre pode piorar, preparem-se: para 2015, a faixa etária prioritária recuará ainda mais. Sim! Em 2015, meninas a partir dos 9 anos de idade receberão suas doses da vacina anti-HPV! Clique aqui e veja o texto na página de origem.


Corre à boca pequena nos hospitais do país que o projeto prevê um recuo até a idade dos 7 anos, mas não encontrei documentos que explicitem essa intenção. Além disso, meninos passarão a receber as suas doses, se é que já não as recebem. Clique aqui e veja.


E então, que outra justificativa podemos encontrar para tais medidas senão a preparação para a legalização da pedofilia (isso na melhor das hipóteses)? Ou não está suficientemente explícito o fato de o governo esperar que nossas crianças façam sexo aos 9 anos de idade? E você, vai deixar que tratem os seus filhos assim?