quarta-feira, 28 de maio de 2014

A primeira aula de latim da Chloe

Ontem à tarde Chloe teve sua primeira aula de latim. Éramos eu, ela, Benjamin, Nathaniel e o professor, Clístenes Hafner Fernandes, na sala do Instituto Hugo de São Vítor, também conhecido como Confraria de Artes Liberais.

Chloe estava exultante. Antes, durante e após a aula. Mas, confesse, desde o parágrafo anterior você deve estar com uma pergunta na cabeça: "Como, raios, se ensina uma coisa tão antiga (e antiquada?) a uma criança que ainda nem domina a gramática do português?". Ou talvez você ainda tenha mais outra pergunta: "Por que ensinar justamente o latim?". 

Em resposta ao primeiro questionamento, digo que não há mistério. Tudo começou com uma pergunta da Chloe, uma pergunta que ela me havia feito em casa e que eu, em lugar de responder, sugeri que a fizesse ao professor: "De onde veio o latim?". A partir daí o prof. Clístenes teceu uma longa e divertida exposição histórica que encerrou-se minutos depois com o mito de Zeus e Europa. Passado este primeiro momento, Chloe foi apresentada ao primeiro texto latino: alguns pequenos parágrafos com frases elementares. Daí originou-se um pequeno vocabulário e uma leitura em voz alta. Por último, chegou a vez das frases-chave que usamos ao conhecermos alguém: Quem é você?; Quem é o seu pai?; entre outras.






















Chloe gostou tanto, mas tanto da aula que ao chegar em casa foi imediatamente rever tudo o que foi visto durante aquela uma hora que passou voando. Ah, sim: Há material didático em língua latina desenvolvido para o aprendizado de crianças. É antigo e difícil de conseguir, mas creio que o professor Clístenes seguirá uma "receita própria", valendo-se do que há disponível mas também incorporando práticas que sua experiência como professor mostraram ser eficazes.






















Eu, de minha parte, fiquei feliz como quem começa a realizar um sonho: o sonho de dar aos meus filhos aquilo que não tive. Embora a frase seja clichê, não me refiro a coisas materiais, pois isso eles terão condições de sobra para conquistar por conta própria se assim o quiserem. Refiro-me àquela educação que não recebi e da qual sinto falta até hoje, uma educação que me vincule com o que de melhor a humanidade já foi e já produziu. Uma educação que chegou até nós, brasileiros, num passado não tão distante, mas que foi abandonada e, hoje, é ridicularizada.

Mas para quem permanece sem entender direito o motivo pelo qual decidimos oferecer o estudo do latim aos nossos filhos, e, portanto, ainda está sem resposta à segunda questão, listo aqui algumas das muitas vantagens que a língua de Cícero oferece:
  • O estudo do latim facilita o aprendizado de praticamente qualquer outra língua que o tenha em sua raiz (o espanhol, o francês, o italiano, o romeno). Vale notar que grande parte do que há de melhor em literatura encontra-se em língua francesa;
  • Por sua própria estruturação, o aprendizado do latim facilita a organização do pensamento, da fala e, consequentemente, também da escrita. Estudar latim é quase metade do caminho para o estudo da lógica;
  • Possibilita o acesso, em primeiríssima mão, a obras, textos e documentos históricos sobre os quais a civilização ocidental foi erigida. Ou seja, minha filha poderá apropriar-se de verdade do que há de melhor no legado dos antigos, sem depender de comentadores e intérpretes nem sempre confiáveis;
  • Restaurar, ao menos no plano individual, a antiga qualidade da educação brasileira. Sim, há menos de um século era possível encontrar pessoas que sabiam latim (e ainda um outro idioma, geralmente o francês) e que haviam recebido uma educação comum, acessível a todos (ou à maioria);
  • Livre acesso aos textos, documentos, hinos e canções da nossa fé, a fé cristã, que ainda hoje vale-se do latim para expressar-se, transmitir-se e adorar a Deus.
















Precisa de mais razões? :)

Se você é aqui de Porto Alegre ou da região metropolitana e tem interesse em oferecer latim à formação dos seus filhos, entre em contato comigo. Terei o prazer em passar-lhe todas as informações sobre as aulas do professor Clístenes. ;)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Uma nota sobre a "Lei da palmada"

Nossos dias são maus, perversos, degradantes. Pode-se manter relações sexuais com uma criança de 14 anos, pois isso já não é crime de pedofilia.  Pode-se abortar um bebê sob determinadas circunstâncias, pois isso já não é crime de assassinato. Mas já não se pode dar uma boa palmada no bumbum do próprio filho. O óbvio fica cada vez mais evidente: a família é o alvo prioritário de destruição dos revolucionários. Destruindo as famílias, núcleo e coração da sociedade, todo o restante cai por terra facilmente. Nós, cristãos, os que cremos no que diz a Sagrada Escritura inclusive no tocante à correção física dos nossos filhos, estamos um pouco mais vulneráveis, um pouco mais expostos, um pouco mais manietados. Aqueles que quiserem se manter fiéis e de acordo com o que crêem serão desafiados a ir contra a lei, contra o Estado e pagar o preço por cuidar como se deve dos próprios filhos. O risco não é pequeno, mas, sobretudo, devemos ter bem claro o seguinte: nossos adversários não jogam limpo. Isto é, nosso "bom comportamento" não garantirá a ausência de conflitos, de denúncias e de fraudes por parte daqueles que querem destruir as famílias, especialmente as famílias cristãs. Se quiserem investir contra nós, o farão de qualquer maneira. Assim, não tenhamos medo! O convite à fé e à vida cristã sempre foi um convite ao sacrifício, um convite ao desconforto, um convite à inconformidade. Ser luz é brilhar na escuridão, contrariando-a. Ser sal é dar sabor e conservar o que é insípido e sujeito à putrefação. O caminho que conduz à vida é estreito, enquanto o que conduz à morte é largo e fácil de ser percorrido. Lembremo-nos, portanto, das promessas de Cristo aos que O amarem e se manterem fiéis à Sagrada Escritura. Lembremo-nos dos nossos santos irmãos que tiveram a honra de, apesar de toda a adversidade, muitas vezes entregando-se à própria morte, serem encontrados fiéis, dignos de pertencer à família de Nosso Senhor. Permaneçamos firmes!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O Minotauro

Sei que sôo repetitiva ao elogiar a força do estilo dos velhos escritores infantis, mas foi impossível não reproduzir o trecho que li hoje à tarde para as crianças.
- O sonho é esse, senhor Péricles, mas a realidade para a qual caminhamos afastar-se-á muito dessa sensatíssima concepção. A pobre humanidade, depois de tremendas lutas para escapar à escravização aos reis, caiu na escravização, pior ainda, ao Estado - à palavra "Estado".
- Quer dizer que no futuro os reis de carne e osso serão substituídos por um "som" - o som "Estado"?
- Sim, e isso virá a fazer mais mal ao mundo do que todos os velhos reis reunidos, somados e multiplicados uns pelos outros. Esta forma democrática de Atenas tropicará no meio do caminho. Será destruída pela palavra "Estado", que crescerá e dominará tudo até chegar à forma "totalitária" em que o som "Estado" é o total, e nós, os indivíduos, simples pulgas.
Péricles ficou meditativo. Aquela revelação vinha contrariar as suas ideias sobre a continuidade do progresso humano.
- Então... então a prova provada de que uma forma de governo é boa não tem valor nenhum? O progresso não é uma consolidação de conquista?
- Nem na arte é assim, senhor Péricles. Ao ver aqui em sua casa estas maravilhas da escultura grega, sinto pontadas no fígado.
- Por quê, minha senhora?
- Porque o futuro vai afastar-se disto...
- Como? Não admite então que nestas estátuas há o máximo de beleza que os escultores já conseguiram?
- Admito, sim - mas "sei" que no futuro isto será motejado, e esta beleza substituída por outra, isto é, pelo horrendo grotesco que para os meus modernos constituirá a última palavra da beleza. Como prova do que estou dizendo vou mostrar um papel que por acaso tenho aqui na bolsa - e Dona Benta tirou da bolsa uma página de "arte moderna", onde havia a reprodução de umas esculturas e pinturas cubistas e futuristas.
Péricles olhou para aquilo com espanto e mostrou-o a Fídias.
- Mas é simplesmente grotesco, minha senhora! - disse depois. - Estas esculturas lembra-me obras rudimentares dos bárbaros da Ásia e das regiões núbias abaixo do Egito...
- Pois não são. São as maravilhas que embasbacam os povos mais cultos do meu tempo - a 2.377 anos daqui...
Os dois gregos ficaram literalmente tontos, sem saber o que pensar. As revelações da estranha velhota vinham opor-se a todas as suas ideias sobre a marcha indefinida do progresso humano. Totalitarismo, cubismo, futurismo... Pobre humanidade!
Findado o capítulo, conversamos sobre como as coisas nunca tendem, por si mesmas, a melhorar, mas, pelo contrário, sempre tendem a piorar. Daí o esforço que precisamos fazer todos os dias por mantermos a casa limpa, por aprendermos mais, por nos tornarmos mais inteligentes, mais corajosos e mais santos.


"Laocoonte e seus filhos", de 40 a.C. - posterior a Péricles.

"A senhora", de Picasso.
Ah, que saudades do tempo em que os escritores não temiam tomar partido e explicitá-lo! Que saudades do tempo em que não se subestimava a capacidade compreensiva das crianças! Que saudades do tempo em que a infância não era um ideal para a vida inteira, mas apenas a primeira etapa da vida!

domingo, 18 de maio de 2014

Das aves, dos lírios e também de nós

Quem nos conhece, sabe: levamos um estilo de vida bem simples, modesto até. Abrimos mão de muitas coisas que o dinheiro proporciona por livre e espontânea vontade: para cuidar e ensinar nossos filhos, só o Gustavo trabalha fora, enquanto eu dedico-me totalmente à família. Assim, deixamos de fazer e de comprar muitas coisas de que gostaríamos, mas, em contrapartida, passamos muito tempo juntos, formamos uma família que é um verdadeiro time e, de quebra, aprendemos a confiar mais profundamente em Deus.

No dia de hoje, por exemplo, experimentamos essa graça providente de Nosso Senhor de uma maneira muito amorosa. Na saída da Missa, passamos no brechó que nossa igreja realizou neste final de semana. Eu, na verdade, nem queria passar, pois estava morta de fome. Queria ir direto para casa, almoçar e descansar. Mas entramos. De minha parte, mais por desejar prestigiar um pouco que fosse o trabalho das senhoras que organizaram tudo, dedicando a semana inteira a isso.

Logo de cara avistei uma estante de livros. Enquanto as crianças dispersavam entre os brinquedos, dirigi-me até ela. E que surpresa ao encontrar a coleção completa da Enciclopédia Delta Júnior! Como não encontrei indicação de preço em lugar algum, chamei Maria Helena, uma das senhoras responsáveis pelo brechó, e perguntei o quanto custava a coleção, já imaginando um valor difícil para nós. Para meu espanto, disse-me ela que não sabia o quanto cobrar, talvez R$ 10,00 ou R$ 15,00. Certifiquei-me: "Cada volume?". Mas ela corrigiu-me: "Não! A coleção completa! As crianças, hoje em dia, não lêem, então queremos que levem os livros e os aproveitem!". Vibrei de alegria e Gustavo sacou o dinheiro da carteira. 

Seguimos olhando, conversando... As crianças encontraram brinquedos bons e novos: quebra-cabeças e dominós. Eu encontrei um saleiro e um pimenteiro antigos, além de um colar de "pérolas" e de um broche. Chloe, depois, encontrou um par de brincos de pressão bem bonitinhos, um anel e uma bolsa. Dei mais uma espiada na estante de livros e eis que encontrei a história de São Josémaria Escrivá numa bela edição em quadrinhos!

Chegada a hora do pagamento, o susto não poderia ser maior: R$ 32,00 tudo! TUDO! Vocês conseguem imaginar a minha alegria? Acho que não. :)

Abaixo, deixo aqui algumas fotos que fiz dos nossos achados e o estímulo para que você, apesar da eventual fome e pressa, prestigie eventos desse tipo. Gastamos pouco, mas o pouco que gastamos reverterá em benefício da nossa querida paróquia. 

Quer maior prova do cuidado de Deus até nas pequeníssimas coisas da nossa vida? É claro que sei do cuidado Dele para conosco mesmo quando nada disso acontece, e especialmente quando as coisas ficam difíceis. No entanto, quando voluntariamente nos privamos de coisas por amor aos nossos e com a convicção de que o que fazemos está em acordo com a vontade Dele, mesmo contrariando tudo o que nos diz o nosso tempo, não é raro vermos chegar até nós pequenos mas significativos presentes, tais como os de hoje pela manhã. Deus é um Pai provedor; provedor de tudo, até do nosso deleite.


sábado, 10 de maio de 2014

Um sábado qualquer numa história especial


Dias atrás eu havia começado um post "cabeção" para o dia das mães, um troço mais profundo, mais longo e tal... que ainda será publicado... Mas este início de sábado foi tão bom, tão trivial e tão singelo que meu desejo foi simplesmente deixá-lo registrado aqui, compartilhando-o com vocês.

Acordei cansada, como de costume, porque sigo dando mamá sempre que o Nathan quer, ao longo de toda madrugada. Sete horas da matina, mas parecia três. Bora levantar. Dia de levar a Chloe à aula de piano. Caminhadinha boa na companhia da minha filhota. O dia amanheceu friozinho, com uma brisa boa de outono, e o céu aberto. Conversamos sobre muitas coisas, especialmente sobre governo. :D

Depois da aula, passamos na feirinha de orgânicos que há no caminho. Encorajei-me, levei uns trocos a mais e comprei coisas que me desafiam: temperos! Sim! Temperos para criar o sabor, sem comprá-lo pronto, empacotado, enlatado, "batizado". A meta é um caldo de carne com osso boco, coisa que nunca fiz na vida! E a Chloe ali comigo, conhecendo coisas, cheirando, conversando, curtindo.

Logo após fomos a um lugar que amo, mas que não visitava há mais de 15 anos: uma loja especializada em produtos para patchwork e ponto cruz. Por volta dos meus 17 anos fiz um curso de ponto cruz com avesso perfeito nessa mesma lojinha. Voltar até lá, levando a Chloe comigo, mostrando a ela os produtos, explicando as coisas, despertando o interesse e a curiosidade dela, foi muito especial. Comprei meio metro de etamine para bordar um presente de casamento de uma amiga (o casamento é no próximo dia 06! pray for me, folks!).

Por último, açougue. Bate-papo com o açougueiro. Ele se compadeceu da néscia aqui. Chloe rindo, mas com nojo daquele monte de carne. Deus abençoe as vaquinhas por serem tão gostosas.

Chegamos em casa cansadas, mas gratas e felizes. Passeamos juntas, sozinhas, como só aos sábados de manhã conseguimos fazer. E como foi bom! A Chloe, minha pequena (que de pequena não tem nada) tornou-se uma menina companheira, engraçada, inteligente! Como eu poderia imaginar que apesar de toda a minha inépcia Deus me agraciaria com uma filha tão especial! Como eu poderia imaginar que Deus me mudaria tanto, mas tanto ao ponto de eu sentir-me feliz cozinhando, cuidando da minha família com prazer de verdade!

Como disse a uma prima, a única frase que resume perfeitamente tão inesperada alegria é: "ali onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20). Deus, meu amado Pai, em sua sabedoria infinita e em seu imensurável amor, resolveu dar-me uma nova vida na qual eu nem mesma me reconheço e onde sou incomparavelmente mais feliz! Obrigada, meu Deus, pela minha família, pelos meus filhos, mas especialmente pela Chloe, pois foi com ela e por causa dela que tornei-me mãe, coisa que jamais deixarei de ser, pelo resto dos meus dias.

Agradeço ainda por minha própria mãe, que contra quase tudo e quase todos, decidiu trazer-me à luz. Agradeço ainda por Maria, mãe do meu Senhor e minha mãe também! Modelo e consolo para sempre!

E a você, meu leitor, obrigada pela visita. Que Deus te dê, neste dia tão feliz, um tempo especial de gratidão, mas também de esperança e de fé, com o desejo ardente de viver uma vida rica, alegre e feliz em família! Sim, embora o mundo inteiro diga que "não", é possível uma vida familiar feliz e duradoura!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Um ano Encontrando Alegria!

Hoje, dia 05 de maio, o blog completa um ano de atividade! Foram mais de 100 posts, mais de uma centena de comentários, mais de 75 mil acessos nestes doze meses de existência - o que é bastante se considerarmos a combinação: os assuntos normalmente abordados (educação e criação de filhos) e o país onde estamos.
Como agradecimento você, meu leitor, que tem nos acompanhado em nossa jornada cristã e homeschooler, publico aqui a tradução de um artigo que traz referências fundamentais àqueles que querem compreender o modelo educacional vigente ao redor do mundo em nossos dias, bem como os resultados por ele almejados e obtidos. Trata-se de um autor recomendado pelo Prof. Olavo de Carvalho e ainda totalmente inédito em nosso país.

A tradução é uma aventura minha em parceria com a querida e competente Helena Yoshima, do veleiro Amar Sem Fim. Sem a ajuda dela eu não teria conseguido. A revisão é do nosso amigo Renan Martins dos Santos, editor da Revista Terminal, na qual o presente artigo será publicado ainda este mês, juntamente com muitos outros tão bons quanto.

Aproveite o artigo, baixe, comente e compartilhe! As fontes citadas por Gatto merecem e necessitam de investigação, assim como seus demais artigos e livros precisam de tradução para o português.

Mais uma vez, muito obrigada pelo apoio, pelo incentivo, pelas histórias compartilhadas e especialmente pelas orações. Que Deus nos possibilite prosseguir pesquisando, escrevendo, denunciando e publicando conteúdos úteis a todos!

Grande abraço!

domingo, 4 de maio de 2014

Nosso testemunho de conversão ao catolicismo


Muitas pessoas, de julho para cá, nos indagaram a respeito de nossa conversão ao catolicismo. Afinal, como assim, um protestante pode virar católico?! Normalmente é o contrário, não?

Em resposta aos muitos pedidos de esclarecimento, amanhã à noite estaremos ao vivo contando um pouco desse episódio recente de nossa história: como tudo começou, como se deu o processo de conversão propriamente dito, as repercussões em nossos círculos de convívio, etc.

Acompanhe tudo nesta segunda-feira, 05 de maio, às 20h pelo programa Mundo Alegrai-vos, da Rádio Aliança de Porto Alegre, FM 106.3. Se você não é daqui, não se preocupe. Você pode acompanhar-nos online através do link: http://www.mundoalegraivos.com.br/