sábado, 30 de novembro de 2013

Sugestões de presente de Natal

Dias atrás um amigo do facebook pediu-me uma lista de livros para crianças de diferentes idades. Sugeri-lhe então aqueles títulos que conheço, que temos em casa ou que já lemos. Como eu nunca havia feito uma relação desse tipo, achei que poderia ser útil compartilhá-la com vocês, especialmente agora, com o Natal às portas. E o melhor: a maioria dos títulos pode ser encontrada em sebos. Ah, uma observação importante: mesmo os livros do Monteiro Lobato, são livros de histórias, como todos os demais da lista, e não didáticos ou de atividades. ;)

  1. As crônicas de Nárnia. C.S. Lewis;
  2. A lenda dos guardiões (coleção de 12 livros);
  3. O livro das virtudes para crianças. William J. Bennett;
  4. O livro da fé para crianças. William J. Bennett;
  5. O livro dos heróis para crianças. William J. Bennett;
  6.  As fábulas de Esopo;
  7. As meninas exemplares. Condessa de Ségur;
  8. As férias. Condessa de Ségur;
  9. Brás e a primeira comunhão. Condessa de Ségur;
  10. Um bom diabrete. Condessa de Ségur;
  11. Adivinha o quanto eu te amo. Max Lucado;
  12. Você é meu. Max Lucado;
  13. Você é especial. Max Lucado;
  14. O melhor de todos. Max Lucado;
  15. O nariz verde. Max Lucado;
  16. Uma mão lava a outra. Max Lucado
  17. Contos maravilhosos infantis e domésticos. Irmãos Grimm;
  18. Na trilha de um vencedor. Adelita Rozetti;
  19. Emília no país da gramática. Monteiro Lobato;
  20. Aritmética de Emília. Monteiro Lobato.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cultura de morte

Coisas como livros didáticos com conteúdos sexuais, legalização da pedofilia, do aborto, eutanásia infantil, entre outras, por mais díspares que possam parecer, além de bizarras, são, na verdade, as diferentes facetas de uma mesma realidade: a cultura de morte. Se você nunca ouviu essa expressão, recomendo-lhe vivamente que ouça o programa linkado abaixo. Nele, o prof. Felipe Nery explica mais e melhor o assunto, explicitando o quão adiantado está o caminho para a total subversão dos valores e costumes tais como os conhecemos. Por favor, se você realmente pretende zelar por seus filhos e sua família, invista 46 minutos do seu tempo acompanhando a entrevista do prof. Felipe ao Repórter VOX.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

E o Bibi?

"Varrendo". Junho de 2013.
Alinhando os "mimomós" na cama da mana. Junho de 2013.
Caprichando no Aslam. Novembro de 2013.

Dias atrás recebi uma pergunta de uma leitora a respeito de o que eu faço com o Benjamin enquanto a Chloe estuda. Bem, esse é um desafio interessante, especialmente para as mamães homeschoolers que têm filhos em diferentes idades. E quanto mais filhos, maior o desafio. :)

O Benjamin fará 3 anos em janeiro. Está naquela fase também conhecida como "adolescência do bebê", sinônimo de ciúmes, rebeldia e muita competição. Assim, é mais do que esperado que, quando ele veja Chloe estudando, queira estudar também. No entanto, por maior que seja o interesse, a capacidade de concentração é pequena, de modo que o "estudo" é uma atividade leve, proporcional à idade e às habilidades motoras dele.

Inicialmente, bastavam umas folhas e alguns lápis, mas ele logo percebeu que aquilo não era sério o bastante para valer como uma aula. :) Então passei a aproveitar os momentos em que Chloe não precisava da minha supervisão (cada vez mais frequentes) para ajudá-lo a realizar algo "difícil". Algumas vezes começamos a montar as letras do alfabeto com pininhos de encaixe, outras vezes usamos os livrinhos do Kumon correspondentes à idade dele, especialmente o de traços e o de recortar.

O mais impressionante, contudo, tem sido o aproveitamento dele das aulas de inglês da Chloe. Como parte das aulas tinham musiquinhas e, agora, têm palavras e frases para serem repetidas, ele entra no clima e repete também. Claro, a pronúncia dele não é boa, mesmo em português, mas a memória já começou a reter os conteúdos e coisas como "Hello! Good morning!" ele já diz com segurança.

É importante lembrar que tudo dura pouco tempo e que não há uma exigência real de desempenho, embora eu sempre o estimule a caprichar e fazer "bem bonito", mas o melhor de integrá-lo em nossa aula é que o interesse dele vai crescendo e a familiaridade com a rotina de estudos também. Estudar, para o Bibi, já é tão legal quanto brincar.

Enfim, já não é uma dificuldade "ensinar" duas crianças de idades diferentes ao mesmo tempo. Como dica, sugiro aos pais que estão em situação semelhante, que, primeiro, preparem previamente os conteúdos a serem trabalhados com a criança mais velha; segundo, procurem elaborar enunciados de fácil compreensão, se necessário com exemplos, para que ela tenha mais autonomia na realização da atividade; terceiro, tenha "cartas na manga", isto é, ideias de brincadeiras com as quais a criança menor possa ocupar-se durante a aula do(a) irmão(ã) mais velho(a); quarto, tenha paciência e seja flexível o bastante para mudar os planos de vez em quando. :)

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sexualização nas escolas

Ontem à noite, no programa Sexualização nas escolas, nossa entrevistada, a psicóloga e psicanalista Rejane Soares, relatou o episódio vivido por suas duas filhas em uma das mais renomadas escolas católicas de Belo Horizonte - MG. As meninas foram submetidas a uma aula de educação sexual perturbadora, para dizer o mínimo.


Quem não ouviu ao programa e quer entender melhor o que aconteceu, aqui está o link.

Abaixo, complementando a entrevista, publico algumas das fotos que Rejane mo enviou antes de gravarmos a entrevista, para que eu visse sobre o que ela se referia. ADVIRTO: AFASTEM AS CRIANÇAS DE PERTO DO COMPUTADOR. As imagens são "fofinhas" porque o estilo é infantil, mas o conteúdo não é.

Canto inferior esquerdo: os pais como tolos, assustados, inseguros.
A professora na imagem principal como a pessoa certa
para responder as questões e ensinar sobre sexo.
A identidade sexual como algo a ser construído.
"Não é beeeem assim essa coisa de ser menino e ser menina."

Pais idiotas e indiferentes.
Subversão total da autoridade: os pais na cadeira dos réus,
as crianças julgando e a professora dando a sentença.

Sério: quem, tendo vivido uma infância sem abusos e superexposições,
é capaz de colocar-se tais questões aos 10 anos de idade?!

Sutil, não?
Jogando querosene na imaginação das crianças.
Mais explícito que isso só num filme pornô.
Riscando o fósforo.
Descrição detalhada.
Restam dúvidas sobre as intenções do governo com tais cartilhas?

Repito aqui o que disse no programa (e vou um pouco além): a exposição precoce das crianças a tais conteúdos nada mais é do que o outro lado da moeda que defende a descriminalização e legalização da pedofilia. Ou seja, pretende-se forçar um despertamento sexual cada vez mais cedo para que, quando a pauta pedófila prevalecer, as crianças já não tenham mais a menor chance de proteção e defesa: nem da lei, nem da cultura, nem dos pais, nem mesmo dos seus próprios sentimentos de estranhamento e rejeição, pois já terão sido expostas a um conteúdo com o qual não possuem condições psíquicas de lidar e diante do qual não conseguem resistir.

Meu recado aos pais que têm filhos na escola: fiquem de olho! E demonstrem aos professores e coordenação que estão de olho! Conversem com os outros pais, troquem informações, convivam, tomem iniciativas juntos. Peçam as listas de livros que serão adotados no ano seguinte, pesquisem antes, intervenham, façam outras propostas quando as que a escola oferecer não forem boas. Enfim, não deixem a coisa correr à revelia! Cheguem junto! E se a coisa piorar e não houver chance de mudança da situação, exijam que as crianças sejam dispensadas da aula. E se nada disso resolver, o homeschooling está aí para isso.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A bordo do Peregrino da Alvorada! Ou quase...

De todas as atividades temáticas feitas até agora, essa foi a mais marcante e divertida!
 
O último sábado foi um dia lindo aqui em Porto Alegre. O céu estava aberto e um vento fresquinho soprava forte, dando aquela sensação agradável e cheia de vida que somente a primavera traz. Deu-se a ocasião certa para irmos passear de barco!

As crianças nunca haviam feito um passeio assim, e como A viagem do Peregrino da Alvorada é um dos livros mais legais d'As crônicas, na opinião da Chloe, achei que ela ficaria feliz ao navegar pelo lago Guaíba (sim, é lago mesmo, não rio), relembrando as aventuras do príncipe Caspian, Edmundo, Lúcia, Eustáquio e Ripchip.

O plano original era um passeio a bordo do Cisne Branco, um barco de fato. No entanto, a viagem no Cisne, além de ser bem mais cara, durava 2 horas ao todo, pois passava por todas as ilhas-bairros. Assim, achamos melhor adaptar os planos para seguirmos de catamarã até Guaíba, uma cidade vizinha. A viagem a bordo do CatSul leva apenas 20 minutos (um tempo bem mais fácil de uma criança suportar, especialmente o Benjamin) e custa beeem menos. Além disso, aproveitaríamos para conhecer um pouco de Guaíba.

E lá fomos nós!

A alegria da menina. <3
Nosso querido Nescau!, digo, Guaíba!
Desembarque em Guaíba.
Um ventão de bagunçar a cabeleira!
Parte da vista do restaurante Voga, onde almoçamos.
Graças a Deus com um espacinho para as crianças brincarem.
As únicas coisas de que não gostei em nosso passeio foram:
1. O CatSul possui duas televisões imensas que permanecem ligadas transmitindo o telejornal durante o passeio inteiro. Parece-me que hoje em dia um número cada vez menor de pessoas sabe apreciar as paisagens; =/

2. Os valores dos imóveis em Guaíba foram às nuvens com a ampliação da fábrica de papel da cidade. Chegamos a cogitar uma mudança, pois é uma cidade bem menor e mais tranquila que Porto Alegre, mas, quando soubemos da ganância local, desistimos: casas que custavam cerca de R$ 1.500 saltaram para R$ 5.000. Tão Brasil... =|

Mas essas são coisas que incomodam adultos, não crianças, e elas aproveitaram bastante. :)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Culinária com C. S. Lewis, ou melhor, com a Sra. Castor

Se vocês acharam que eu faria um mês temático em homenagem a Nárnia e a C. S. Lewis só com aquelas atividades de sempre, apenas "maquiadas" de um jeito novo, enganaram-se. ;) Tenho tentando inovar não só na apresentação dos conteúdos, mas nos conteúdos mesmos. E dessa vez resolvi recorrer ao universo gastronômico de Nárnia.

Depois de 1h30min de descanso,
uma massa grande e leve.
Em minhas pesquisas em busca de ideias para as atividades do mês, encontrei até mesmo livros de culinária elaborados a partir das descrições de Lewis sobre as comidas de Nárnia. Um deles é o The unofficial Narnia cookbook. Claro, os livros não estão disponíveis para download, mas encontrei um post que continha uma receita bem gostosa, o gloriously sticky marmalade roll.

Nem preciso dizer o tamanho da festa que Chloe e Benjamin fizeram, né? Eles ajudaram em todo o processo, desde a mistura dos ingredientes, o sovar da massa, até o pincelar da gema sobre a massa antes de ir ao forno.
Sovadores profissionais. ;)
Na expectativa para "pintar" com a gema.
Finalmente "pintando" o rocambole. o/

A receita em questão é um tipo de rocambole feito pela queridíssima Senhora Castor. Foi também com ele que ela recepcionou Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia quando da primeira viagem deles a Nárnia, lá n'O leão, a feiticeira e o guarda-roupa.

Eis o trecho que narra a parte da refeição em que o rocambole aparece:

"E, depois do peixe, a Sra. Castor tirou do forno um rocambole muito fofo, ainda fumegando, e pôs no fogo a chaleira. Depois de tomarem o chá, todos inclinaram os banquinhos para trás, para se encostarem à parede, e deram um profundo suspiro de satisfação."
O meu rocambole foi modificado. Troquei a geleia de laranja por goiabada. A receita é muito fácil e o resultado é ótimo, embora o cozimento seja tão rápido que quase queimei o meu. Em comparação com o rocambole do post onde encontrei a receita, o meu ficou mais alto, mais fofo e mais bonito, vocês não acham? Penso que fui bem mais fiel ao estilo da Sra. Castor. ;)
 
Tão macio!
Goiabada derretendo.

sábado, 16 de novembro de 2013

Matemática com C. S. Lewis

Talvez alguns de vocês tenham se perguntado como seria uma aula de matemática inspirada em C. S. Lewis e em Nárnia. Pois é... Eu não fui muito criativa não, mas aproveitei o pretexto para  fazer com que a Chloe exercitasse um outro modelo de continhas, e, para isso, batizei-as de contas "ao estilo narniano", em oposição ao estilo dos calormanos, aqueles ímpios. :)



A verdade é que cometi um erro. Com o nascimento do Nathaniel (e um pouco antes também), foquei no material do Kumon (importado, pois aqui eles não vendem os livros separadamente) para a disciplina de matemática. Foi o jeito que encontrei para mantê-la estudando sem precisar elaborar diariamente um conteúdo, já que eu estava quase ganhando bebê ou, depois, com um recém-nascido precisando muito de mim. O lado posivito é que ela ficou craque em alguns cálculos. O lado negativo é que ela esqueceu de boa parte do que estudamos durante meses antes do Kumon. Daí a necessidade de voltar, por exemplo, às continhas na vertical, especialmente para que ela lembrasse da operação de "pedir emprestado" (quando a unidade é menor que aquela que precisa ser subtraída).

Aos poucos tenho retomado os conteúdos do período pré-Kumon, intercalando revisões (que viraram rememorações) e continhas do método japonês. Tem dado certo e acredito que conseguiremos dar conta de todo o conteúdo previsto, segundo os parâmetros norte-americanos, para a segunda série.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Português com C. S. Lewis

Como comentei com algumas mães, nós não estamos seguindo nenhum livro didático para o estudo da língua portuguesa (e olha que tentamos!, mas a qualidade era tão baixa que não deu nem para começar). Apesar disso, no entanto, estamos dentro do esperado para o currículo da segunda série e talvez até um pouco além. Tenho procurado investir ao máximo em literatura e elaboro eu mesma algumas atividades durante a semana. Aqui estão alguns exemplos, obviamente inspirados em Nárnia:



No entanto, conforme mo explicou o prof. Carlos Nadalim, e, mais tarde pude confirmar no livro do Eurico Back - Fracasso do ensino de português, proposta de solução  -, exercícios como aquele de singular/plural, mas também de masculino/feminino, sinônimo/antônimo e outros do mesmo gênero funcionam melhor quando elaborados de maneira contextual. Sim, pois se a palavra é uma novidade para a criança, ela pode até memorizar a nova expressão, mas terá dificuldades em apreender o seu uso correto. Quando oferecemos um contexto para a palavra, tal dificuldade desaparece e a memorização torna-se mais fácil.

Veja o que diz Eurico na página 107:

"Aprendemos a falar por períodos. Por conseguinte, o ensino do vocabulário deve ser por períodos em que se inserem naturalmente. Não se pode ensinar vocabulário fora do contexto e o uso do dicionário deve ser feito em relação ao texto. Que adianta o professor ou o livro didático apresentar passageiro como sinônimo de efêmero! O aluno poderá escrever na redação: Passou um ônibus repleto de efêmeros. Assim, não adianta procurar, no dicionário, um sinônimo, sem maiores precauções."
Ou seja, não façam como eu vinha fazendo! Dêem frases curtas como contexto para os pequenos. ;)

domingo, 10 de novembro de 2013

História com C. S. Lewis

Continuando a série de estudos temáticos, tivemos também o dia de história. O referencial, como sempre, foi C. S. Lewis, só que dessa vez especificamente as suas datas de nascimento e de falecimento.

Fizemos uma linha do tempo e fomos acrescentando os dados mais importantes transcorridos durante aquele período. Como vocês podem ver, nossa linha ficou um tanto espremida, pois, justamente nessa tarde, descobrimos que as folhas de ofício tinham acabado. =/

Chloe já havia tomado conhecimento da ocorrência da Primeira e da Segunda Guerra Mundiais, mas ficou surpresa ao descobrir que a Primeira durou cinco anos e a Segunda, seis! Quase o tempo de sua vida inteira! Outros dados que achei importante acrescentar foram: a Revolução Russa, o nascimento do Papa João II, o lançamento d'As crônicas de Nárnia e o nascimento de três avôs, os dois paternos e meu pai. Tudo ficou bem mais interessante com essas referências. ;)



Não nos aprofundamos em explicações sobre as datas, pois Chloe encontra-se na etapa gramatical (veja aqui as etapas do Trivium), que caracteriza-se, no estudo de história, pela apresentação dos fatos e memorização das datas, principais personagens e eventos. As explicações pormenorizadas das ocorrências e suas respectivas repercussões virão nas etapas seguintes: a lógica e a retórica.

O livro que utilizamos, embora não tenha sido necessário de fato, é uma obra que recomendo vivamente, em especial àqueles que desejam informações exaustivas sobre determinados períodos, abrangendo áreas como política, música, filosofia, literatura, religião, ciências e cotidiano. Trata-se da obra The timetables of history. 

Zoom nos eventos literários de 1898.
Até o momento, essa foi a atividade de que Chloe mais gostou.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

AVISO IMPORTANTÍSSIMO!

Amigos, infelizmente o programa de hoje à noite na Rádio VOX foi adiado. Concluímos que é melhor aguardar mais uma semana e conseguirmos ouvir tudo perfeitamente, do que termos programa hoje à noite e não conseguirmos ouvi-lo bem, especialmente em se tratando de informações tão importantes como as que serão dadas.

Por favor, perdoem-nos pela mudança nos planos. Sei que muitos de vocês reservaram esse momento junto ao seus cônjuges para nos acompanhar, mas cremos que o adiamento valerá a pena.

Muito obrigada pela compreensão.
Na próxima quinta voltaremos ao ar normalmente e com a entrevista de Alexandre Magno.

Geografia com C. S. Lewis

Uma das atividades temáticas da semana foi sobre geografia: onde nasceu, viveu e morreu o criador de Aslam. Vocês não imaginam o quão mais facilmente a criança memoriza quando o conteúdo lhe interessa! Tá, vocês imaginam. Mas, enfim, foi muito legal perceber o interesse real da Chloe em ver os mapas, ouvir as explicações, escrever os nomes dos países que ela acha interessantes e, depois, pesquisarmos sobre as paisagens locais e respectivos climas (da Inglaterra e da Irlanda) na internet.





Para quem não sabe, C. S. Lewis não era inglês, mas irlandês, nascido em Belfast. No entanto, ele passou boa parte da vida na Inglaterra, mais especificamente em Oxford, falecendo também na mesma cidade. Marcamos Londres no mapa porque, além de ser a capital do país, é também a cidade de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia. ;)

Depois o assunto derivou. Como vocês viram no mapa do continente europeu, a Polônia foi um dos países denominados. Pois bem, na parte final da atividade pesquisamos um pouco sobre a paisagem e o clima polonês. O interesse da Chloe a respeito da Polônia surgiu depois que ela leu a pequena biografia sobre o Papa João Paulo II, Na trilha de um vencedor, a qual comentei aqui.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Guia de estudos para leitores

Como contei a vocês no último domingo, os estudos do mês de novembro serão temáticos aqui em casa: estudaremos as diferentes matérias a partir de um pouco da biografia de C. S. Lewis e de sua obra As crônicas de Nárnia.

Pesquisando, então, em busca de mais algumas ideias, encontrei um material bem bacana para quem tem crianças mais velhas. O material está disponível gratuitamente para download. Trata-se de um guia de estudos para averiguar a compreensão das crianças a respeito dos livros "O leão, a feiticeira e o guarda-roupa", "O prícipe Caspian" e "A viagem do peregrino da alvorada". 



Claro, o material encontra-se em inglês, mas não é difícil adaptá-lo e até melhorá-lo.

Além dos três livros mencionados, é possível baixar também outros guias para o estudo de outros livros de Lewis ("Milagres", "A abolição do homem" e o maravilhoso "Cristianismo Puro e Simples" são apenas alguns deles). Enfim, são boas ferramentas de apoio para quem quer formar um clube de leitura com os amigos ou para grupos de discussão na igreja.

domingo, 3 de novembro de 2013

Novembro, um mês temático

No dia 22 do presente mês, muitos lugares do mundo, e, em especial, a cidade de Oxford, na Inglaterra, promoverão eventos em memória do jubileu de falecimento de C. S. Lewis. Vencido após uma longa batalha contra problemas renais, Lewis (ou Jack) descansa agora, há cinquenta longos anos, no país de Aslam.

Aqui em casa, como vocês devem ter percebido pelos frequentes posts com trechos da obra, As crônicas de Nárnia tem nos acompanhado todas as noites nos últimos meses. Bem, não exatamente todas as noites, pois a leitura da história depende do bom desempenho de dona Chloe nas tarefas do dia, e... como vocês podem imaginar, nem todos os dias são lá muito inspiradores. Por conta disso, a leitura d'As crônicas vem se estendendo um pouco mais, devendo ser concluída nos próximos dias.

Eu, embora não tenhamos ainda concluído a leitura, já estou com saudades. Já conhecia os filmes, mas nunca tive paciência para os livros d'As crônicas, provavelmente por ser jovem demais para saber apreciá-los. Agora, porém, que já sou mais velha, os contos de fadas me têm caído muito bem. Assim, para marcar a conclusão dessa obra maravilhosa, decidi elaborar um mês de atividades temáticas em homenagem a Lewis e Nárnia. Sim! Estudaremos, matemática, português, inglês, geografia, história, educação artística e culinária inspirados em Jack e em seus "filhos": Aslam, Pedro, Lúcia, Caspian, Cor, Tirian e muitos outros!

Que Deus me ajude a ser criativa o bastante!

E aos que ainda não conhecem Nárnia, deixo aqui o link para o artigo Lewis e a formação do imaginário, de Paulo Cruz, onde o autor apresenta e explica um pouco dos benefícios d'As crônicas para adultos e crianças.



sábado, 2 de novembro de 2013

Links edificantes (5)

Queridos,
Perdoem-me pela pouca atualização dos últimos dias. Como vocês viram, começamos, recentemente, um programa de rádio, e como isso é algo totalmente novo pra gente, tem tomado bastante tempo. Além disso, recebi alguns convites para trabalhos. Assim, ficou impossível publicar coisas novas. Espero que, conforme nossa prática no rádio vá aumentando, consigamos realizar tudo em menos tempo, para que então eu possa voltar a postar com mais frequência.

Mas hoje eu gostaria de apresentar a vocês alguns blogs de amigas minhas. São mães que, apesar de eu (ainda) não conhecer pessoalmente, mantenho contato diário, pois fazemos parte de um pequeno grupo de mães homeschoolers. Sabe, essa é uma das coisas mais bacanas e importantes da caminhada das famílias praticantes de educação domiciliar: a troca de experiências e informações com outras famílias que fizeram essa mesma opção. É algo que nos edifica, fortalece e, muitas vezes, poupa-nos um tempo precioso, pois aquilo que é novidade para uma, pode ser algo já bem conhecido de outra!


Outros links que divulguei aqui no blog encontram-se aqui, aqui, aqui e aqui.

Bom proveito e um abençoado final de semana!