sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Condessa de Ségur e História da Arte

Dias atrás, no facebook, havia comentado que, quando chega o carteiro, as crianças ficam empolgadas como se fosse o próprio Papai Noel. E conforme havia prometido, aqui estão as pérolas que o carteiro nos trouxe:


 "As férias", "Um bom diabrete" e "Braz e a primeira comunhão" são todas de autoria da Condessa de Ségur, portanto, clássicos da literatura infanto-juvenil cristã. "As férias" é a continuação de "As meninas exemplares" (sobre o qual eu escrevi aqui) e o último volume da trilogia sobre as meninas Madalena, Camila e Margarida. O bom de "As férias" é que, além de tudo, três primos vão fazer companhia às meninas na casa de Madame de Fleurville, o que evidenciou, para mim, o inegável talento da Condessa em retratar também o universo dos meninos.

Já o livro de "História da arte para crianças" é de autoria de Lenita Miranda de Figueiredo. Ainda não pude começar a lê-lo, mas, a julgar pelo índice e pelo primeiro parágrafo, promete ser uma boa introdução, um bom ponto de partida para as primeiras incursões da Chloe no mundo da arte. Dêem uma olhada:

"Num domingo ensolarado, aproveitando o começo das férias escolares, Daniela e Marcelo foram passar uma semana na casa de tio Emílio. Ele acredita que a Arte, ensinada desde a infância, prepara a sensibilidade das crianças para apreciar as belezas do mundo e reforça os verdadeiros valores espirituais que nada pode destruir."
Eu concordo com o tio Emílio. =)

E o melhor de tudo: esses tesouros, já fora de catálogo, foram adquiridos em um sebo que estava com 70% de desconto em TODOS os livros. Ou seja, paguei mais no frete do que nas obras. Enfim, um achado daqueles!
\o/

Complementando o programa (2)

Links que foram citados no programa do dia 24 (ontem), na Rádio VOX:

COF - Curso Online de Filosofia do Prof. Olavo de Carvalho
Editora Ecclesia - Livros do Monteiro Lobato
Escola Mundo do Balão Mágico - Site
Escola Mundo do Balão Mágico - Canal do Youtube
Prof. José Monir Nasser - Lançamento do Trivium
Como educar seus filhos - Site do Prof. Carlos Nadalim

sábado, 19 de outubro de 2013

Receita à la Panda

No último dia das crianças, Chloe ganhou de sua avó um livro de receitas do filme Kung Fu Panda. 

 
Como ainda não tínhamos assistido ao filme, ontem à tardinha resolvemos vê-lo e foi muito divertido. Eu, particularmente, sempre gostei de desenhos de lutas (na minha época eram Jiraya, Cavaleiros do Zodíaco, etc) e, ao que tudo indica, os frutos não caíram longe do pé. =)

Hoje, mantendo o clima do filme, e como o Gustavo estava em casa (o que me dá tempo para fazer as coisas com mais calma e melhor), resolvi fazer um almocinho à la Panda.
E o resultado está na foto abaixo.


Talvez essa seja uma boa estratégia a ser adotada com crianças que têm resistência à legumes: associar os alimentos a coisas que elas gostem. Felizmente eu não tenho esse problema aqui em casa. Com ou sem Kung Fu Panda o pessoal limpa o prato. =) Mas, pra quem quiser tentar, deixo abaixo a receita:

Ingredientes:

800gr de carne macia (sobra para a janta ;) );
1 cebola;
1 cenoura grande;
1/2 brócolis;
1/3 de um repolho médio;
shoyu.

Modo de preparo:

Cortar a carne e os legumes todos: a carne em pequenas iscas e os legumes à Julienne. Fritar a carne até quase secar a água que se solta dela. Acrescentar a cebola e deixá-la fritar um pouco. Acrescentar o shoyu (metade de um daqueles vidrinhos pequenos). Começar a acrescentar, então, pela ordem, os legumes que demoram mais a cozinhar e, depois, os de mais rápido cozimento: cenoura, brócolis e repolho. Eu, particularmente, não gosto de legumes moles, por isso não demoro muito a acrescentar todos eles. Acertar o sal por último, pois o shoyu já é salgado. O meu acompanhamento foi um mix de arroz branco e arroz integral, mas também cai superbem com spaguetti.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Complementando o programa de hoje

Gente,
Àqueles que não conseguiram anotar os links e outras informações úteis que eu e o Gustavo transmitimos pelo programa de agorinha, aqui vai:

Links:

ANED
Alexandria Católica
Obras Raras do Catolicismo



Eventos:

- Palestra do Prof. Carlos Nadalim


- Workshop sobre alfabetização na casa da família Citeli
Email para maiores informações: mciteli@gmail.com


Micão básico (1)

Quando esqueci a qual etapa do Trivium um estudo prático da matemática corresponderia, óbvio que eu me referia à retórica. E óbvio que eu lembrei tão logo o assunto passou. =/ Aqui há um texto onde explico melhor as etapas e respectivos conteúdos na aplicação do Trivium.

 
Micão básico (2)

Perdoem-nos pela baixa qualidade do áudio. Foi o melhor que conseguimos fazer para o programa de hoje. Esperamos conseguir uma qualidade maior até a quinta-feira próxima. Quem quiser contribuir para a aquisição de um gravador, à direita há um link para doações.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Rotina

Uma das muitas vantagens da educação domiciliar sobre a escola é a flexibilidade na rotina, a capacidade de integrar os imprevistos do dia a dia nos estudos e, com isso, enriquecer as atividades e ampliar a vivência e a compreensão das crianças.

Sexta (11/10), por exemplo, tivemos uma tarde um pouco atípica (nossos estudos sempre ocorrem à tarde): primeiro, uma vizinha muito querida apareceu aqui trazendo livrinhos de pintar com aquarela para as crianças. Claro, uma hora antes do habitual e quebrando a sequência que geralmente seguimos, Chloe e Benjamin começaram a pintar algumas páginas do livrinho. Por que isso conta como estudo? Porque aprimora a psicomotricidade fina da Chloe e estimula o desenvolvimento da mesma no Benjamin. E foi uma festa! Vejam os resultados.


A segunda pintura da Chloe foi borrada pelo Benjamin, o que fez com que ela não quisesse mais prosseguir.



Depois foi a hora das atividades do Kumon: o Benjamin começou o livrinho de traços e Chloe está fazendo o livrinho de subtração (para automatizar alguns cálculos básicos). Não os matriculei no Kumon. É possível importar os livrinhos pela web a um bom preço.

Em seguida foi a vez do carteiro. Ele trouxe nossas mais novas aquisições: Na trilha de um vencedor (uma biografia infanto-juvenil sobre o Beato João Paulo II) e Aventureiros, guerreiros e outros heróis santos - em 3D. Coincidentemente, como os livrinhos chegaram na véspera do dia das crianças, já ficaram como presentes pela data.






Logo, mais uma vez a rotina foi modificada, mas também foi ampliada, enriquecida, pois, desde então, as crianças não largaram mais os livrinhos e aprenderam uma porção de coisas. E hoje, 14/11, tudo voltou ao normal, sem interrupções e sem novidades.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Programa na Rádio VOX

Queridos,
a entrevista de domingo na Rádio VOX deu tão certo que virará um programa semanal!

A partir da próxima quinta-feira (17/10), às 21h, com respostas às suas dúvidas, dicas e, uma vez por mês, um bate-papo com um convidado especial.

Basta entrar no site e conferir: www.radiovox.org

Espero vocês!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Brejeiro à la Dostoiévski


"Uma palavrinha, dona - disse ele, mancando de dor -, uma palavrinha: tudo o que disse é verdade. Sou um sujeito que gosta logo de saber tudo para enfrentar o pior com a melhor cara possível. Não vou negar nada do que a senhora disse. Mas mesmo assim uma coisa não foi falada. Vamos supor que sonhamos, ou inventamos, aquilo tudo - árvores, relva, sol, lua, estrelas e até Aslam. Vamos supor que sonhamos: ora, nesse caso, as coisas inventadas parecem um bocado mais importantes do que as coisas reais. Vamos supor então que esta fossa, este seu reino, seja o único mundo existente. Pois, para mim, o seu mundo não basta. E vale muito pouco. E o que estou dizendo é engraçado, se a gente pensar bem. Somos apenas uns bebezinhos brincando, se é que a senhora tem razão, dona. Mas quatro crianças brincando podem construir um mundo de brinquedo que dá de dez a zero no seu mundo real. Por isso é que prefiro o mundo de brinquedo. Estou do lado de Aslam, mesmo que não haja Aslam. Quero viver como um narniano, mesmo que Nárnia não exista. Assim, agradecendo sensibilizado a sua ceia, se estes dois cavalheiros e a jovem dama estão prontos, estamos de saída para os caminhos da escuridão, onde passaremos nossas vidas procurando o Mundo de Cima. Não que as nossas vidas devam ser muito longas, certo; mas o prejuízo é pequeno se o mundo existente é um lugar tão chato como a senhora diz."


Trecho de "A cadeira de prata", o penúltimo livro d'As Crônicas de Nárnia.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Memorização

Assim como a caligrafia, a memorização é mais uma das técnicas muitíssimo utilizadas antigamente que foram abandonadas em nossos dias. Raros são os esforços feitos para a aquisição tanto de uma bela letra quanto para a retenção de um conteúdo sem registro extra. Ao que parece, as muitas facilidades deixaram-nos preguiçosos: são bilhetes, folhas, livros, fotografias, cds, dvds, pendrives, arquivos em nuvem e sabe-se lá o que mais. Por que gravar, por que forçar, por que reter já que, afinal, sempre é possível um backup a mais?

Historicamente, no entanto, contam-se séculos, milênios até, de tradição oral, onde as histórias, músicas, mitos e lendas realmente importantes para um determinado povo eram transmitidas oralmente de geração em geração e assim perpetuadas através do tempo. Além disso, são facilmente perceptíveis os fatos de que, primeiro, aprendemos a falar, reproduzindo os sons que ouvimos, depois, bem depois, aprendemos que a tais sons corresponde um código escrito que os representa e então aprendemos a ler e escrever. Logo, não é de espantar que em nossos primeiros anos de vida naturalmente aprendamos tanto, tão rapidamente e guardemos muito em nossa memória, seja lá o que for.

Eu, particularmente, não tive a sorte de alimentar minha memória com bons conteúdos, como poesias, por exemplo. Quando procuro me lembrar de quais coisas de minha infância eu ainda sei de cor, voltam-me facilmente à lembrança as músicas das aberturas das novelas (vocês não imaginam o que é acordar com o Luiz Caldas cantando "Tieta do Agreste" dentro da sua cabeça, ou o Sidney Magal cantando a vinheta da "Rainha da Sucata" - e vocês estão rindo porque não é na cabeça de vocês =D ), Raul Seixas, Belchior, ou então aquelas cantigas infames e bagaceiras que os meus tios me ensinavam ("Coelhinho se eu fosse igual a tu..."), ou ainda um repertório de palavrões mais vasto que o do professor Olavo de Carvalho. 

Graças a Deus o destino não precisa ser idêntico ao começo, portanto, agora, com a Chloe, eu e Gustavo temos feito um trabalho diferente: no começo do ano, um pouco antes de ela completar sete anos, iniciamos um programa de memorização de versículos bíblicos. À época, como ainda éramos protestantes, trabalhávamos também a memorização de passagens do Catecismo Batista. De julho para cá, no entanto, substituímos aquele pelo Catecismo da Igreja Católica.

O programa é amplo e desenvolvido em níveis crescentes de dificuldade, de maneira que Chloe passeia por diversos livros e retoma as leituras em cada um deles depois de um certo tempo. Os diferentes versículos são agrupados por assunto, o que facilitará, no futuro, o estabelecimento de conexões entre as diferentes partes da Escritura. A técnica que utilizamos é simples: a leitura do texto, a cópia do texto e a recitação em voz alta, primeiro lendo, depois "de cabeça". Quando ela consegue repetir todo o texto sem erros, então a missão está cumprida.

Claro, às vezes ela desconhece as palavras utilizadas. Neste caso, explico-lhe o significado ou digo-lhe para pesquisar no dicionário. Muitas vezes ela não entende o que o texto quer dizer, então procuramos explicá-lo de um modo que se torne ao menos um pouco mais compreensível.

Dias atrás eu havia prometido, no facebook, a publicação de um post que mostrasse um pouco deste nosso trabalho. Infelizmente, porém, Chloe não conseguiu repetir novamente os nove primeiros versículos de Romanos 8. Como, no entanto, a finalidade da memorização não é a gravação de um vídeo para vocês (embora ela ache isso muito legal =) ), resolvi não forçá-la e deixei que escolhesse um texto que a agradasse mais. Assim, ela optou pelos seis primeiros versículos do Salmo 19. Claro, por tratar-se de uma passagem repleta de metáforas que evocam lindas imagens, seu registro ficou mais forte que o registro de Romanos 8, o qual é beeeem abstrato.



video

Acreditamos, de coração, que tais exercícios serão extremamente úteis para a Chloe em seu futuro, não somente por aumentarem sua capacidade memorativa, mas especialmente porque a educação que temos procurado transmitir-lhe não é apenas para a presente vida, mas para a vida eterna, junto de Deus.

sábado, 5 de outubro de 2013

Gente, amanhã vai ao ar minha primeira entrevista!
E só sobre homeschooling!

Mas olha só, é a primeira vez que falo bastante para muitas pessoas e de improviso, 
então sejam legais comigo, ok? =D



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Português

Ao longo deste ano, eu e Chloe abordamos os seguintes assuntos em língua portuguesa:
  • Masculino e feminino;
  • Sinônimos e antônimos;
  • Separação silábica;
  • Sílaba tônica;
  • Acentuação;
  • Pontuação (em parte);
  • Poesia (introdução ao assunto);
  • Rimas;
  • Soletração;
  • E leitura, muita leitura, em silêncio e em voz alta.
Como não sou professora de português, segui mais o instinto do que técnicas prontas. Elaborei as apresentações, explicações e exercícios. Até comecei a introduzir análise sintática, mas percebi que, apesar de minha filha compreender e conseguir encontrar um verbo numa frase, seu repertório de palavras e de construção de frases ainda era bastante limitado, de modo que seria bem mais produtivo a abordagem de um tal assunto quando sua familiaridade com a língua já estivesse maior. Assim, resolvi recuar um pouco e conduzir nossos estudos por um caminho diferente.



Há alguns meses, por indicação de um amigo, adquiri "A maravilhosa viagem de Nils Holgersson através da Suécia". O livro é uma das recomendações de Otto Maria Carpeaux em sua "História da literatura ocidental". Para Otto, trata-se da obra-prima, em prosa, da literatura infanto-juvenil do século XX. Aproveitando, então, a incontestável qualidade da obra, numa edição antiga o bastante (do tempo em que os revisores eram realmente bons e não deixavam erros idiotas serem publicados), resolvemos fazer mais o menos o seguinte até o final do ano:
  • Nalguns dias, Chloe lê duas ou três páginas do livro, seleciona as palavras que não conhece, procura-as no dicionário, anota seus significados e então releio as duas ou três páginas para que ela capte finalmente tudo o que está dito no texto;
  • Noutros dias, durante nosso horário de estudos, leio várias páginas em voz alta para dar mais velocidade ao enredo e assim despertar mais o interesse para o livro;
  • Em outros ainda, depois que Chloe lê as duas ou três páginas de praxe e me conta o que entendeu, dou-lhe uma série de exercícios sobre os antigos conteúdos, mas aplicados à obra, como separação silábica, sílaba tônica, etc. Depois leio as mesmas páginas novamente, em voz alta.
Dias atrás havia comentado sobre um material didático que adquirimos justamente para esse difícil período imediatamente após o nascimento do Nathaniel. Infelizmente, porém, não há a menor condição de usar o livro de português. E os demais servem mais ou menos como passatempos (farei um post sobre tal material futuramente). Assim, acredito que, apesar do improviso da situação, colheremos bons frutos com a nova estratégia adotada. E eu ganho mais tempo para elaborar os estudos para o ano que vem, que equivalerá, no caso da Chloe, à terceira série.

P.S.: Aos interessados no livro, sugiro uma busca na estante virtual. Consegui nosso exemplar num sebo aqui de Porto Alegre por míseros R$ 8,00 (sim, oito reais!).

P.S.2: Aqui e aqui você pode ver outros exemplos de algumas atividades em língua portuguesa que fiz com a Chloe.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Crianças no altar do deus Sexo

Para os que acham que a situação não pode piorar, afirmo: falta-lhes criatividade.



No ano de 2010, a OMS (Organização Mundial de Saúde), juntamente com o governo alemão, elaborou uma cartilha de educação sexual infantil que já se encontra espalhada pela Europa. "Coisa leve": com indicações para crianças... RECÉM-NASCIDAS!!! em diante, até os quinze anos. 

Para os que acham que exagero, vejam a página 53 da Standarts for Sexuality Education in Europe e leiam algumas das informações a serem transmitidas para a faixa etária de zero a quatro anos:
"el goce y el placer cuando tocamos nuestro propio cuerpo: la masturbación de la primera infancia; el descubrimiento del propio cuerpo y de los genitales; el hecho de que el placer físico es una experiencia propia (cercana) y normal de vida; la ternura y la cercanía física (contacto) como una expresión del amor y el afecto."
Não é de admirar que somente agora, três anos após a elaboração e chancela da União Européia, o povo do Velho Continente esteja percebendo o que está acontecendo, afinal as ideologias revolucionárias, que possuem o domínio do linguajar politicamente correto e estabeleceram o monopolólio da virtude, há décadas transformaram a Europa em seu parque de diversões. Assim, não por acaso, os europeus, e talvez somente alguns poucos deles, deram-se conta, um pouco tarde demais, sobre o fato de as organizações internacionais (OMS, ONU, UNESCO...) quererem, literalmente, ferrar com as crianças. 

Atualmente, uma das iniciativas adotadas pelas famílias européias que não aceitam as "sugestões" da OMS em prol do "desenvolvimento sexual" de suas crianças é uma petição virtual que solicita o recolhimento de tal material e a não intervenção governamental nestes assuntos.


Não se enganem: o lixo europeu em breve chegará por aqui (a cartilha recomenda sua disseminação mundial). E não serão poucos os que aceitarão tais discursos e práticas, dando vazão, sob a asquerosa aparência de benefício à saúde, de abordagem "positiva e holística" da questão, às mais sombrias e devastadoras violências contra as crianças.

Cliquem aqui, vejam e assinem a petição. Na mesma página vocês encontrarão um link, ao final, para download da cartilha, aos que tiverem estômago forte.