sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cultura de morte

Coisas como livros didáticos com conteúdos sexuais, legalização da pedofilia, do aborto, eutanásia infantil, entre outras, por mais díspares que possam parecer, além de bizarras, são, na verdade, as diferentes facetas de uma mesma realidade: a cultura de morte. Se você nunca ouviu essa expressão, recomendo-lhe vivamente que ouça o programa linkado abaixo. Nele, o prof. Felipe Nery explica mais e melhor o assunto, explicitando o quão adiantado está o caminho para a total subversão dos valores e costumes tais como os conhecemos. Por favor, se você realmente pretende zelar por seus filhos e sua família, invista 46 minutos do seu tempo acompanhando a entrevista do prof. Felipe ao Repórter VOX.

2 comentários:

  1. Assustador! É de ficarmos estarrecidos.

    Sabe, Camila, minha filha tem hoje 17 anos, concluiu o Ensino Médio. Desde que ela entrou na escola, há mais de uma década, eu estudo com ela. Até hoje. Um dia, há dois anos atrás, eu estava conversando com uma psicóloga e comentei que tinha que chegar logo em casa pois minha filha estava me esperando para estudarmos. Ela franziu a testa e me disse: "Você estuda com sua filha? " Eu respondi: "Sim, há anos estudamos juntas". Ela me disse: "Há alguma coisa errada aí, isso não é normal". E falou mais um monte de coisas, que minha filha não era mais criança, que isso criaria dependência (oi?) e mais coisas. Bem, eu fiquei meio incomodada, pensei um pouco, mas logo conclui, comigo mesma: "Ora, quem sabe o que é melhor pra minha filha sou eu, né?" De mais a mais, vou ser sincera, eu não tinha conhecimento sobre homeschooling, mas eu estudava com ela porque era, além de qualquer coisa, uma forma de nos aproximar! E foi o que aconteceu, sabe? Em meio a lições de português, história, geografia, e tantas outras, surgiu uma proximidade e uma confiança imensas entre nós. Tudo ela me pergunta, sempre, por exemplo, o professor falou tal coisa, eu vou lá, desminto o professor, explico pra ela, etc. ou confirmo o que ele falou, abordo outros aspectos daquilo, e assim por diante. Quantas manifestações explicitamente esquerdistas eu bloqueei! Até que, por fim, ela já sabe fazer isso quase que por si mesma! Até o final desse ano, em que ela concluiu o ensino médio, foi assim. Vou dizer uma coisa, não foi fácil! Eu tinha que me preparar, recordar os assuntos, as matérias da escola, estudar novamente, etc. E meus amigos me chamavam pra sair, eu nunca podia, pois estudávamos à noite (E, na verdade, eu não saia porque não queria mesmo! Preferia ficar em casa com ela...!). Enfim, ontem foi a formatura dela, eu fiquei muito emocionada, porque fui lembrando de toda essa "luta", de toda nossa trajetória de companheirismo e estudo, e tive a certeza: "poxa, valeu muito à pena!" Tenho certeza de que foi tudo muito rico, tanto pra mim quanto pra ela. Eu acompanho sempre suas postagens, e quero agradecer a você por tantas informações importantes pra mim recebidas aqui: obrigada! Um beijo

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    1. Carla, eu é que agradeço por você compartilhar um pouco da sua história e de sua filha. Um belo testemunho de companheirismo, confiança e amor.
      Muito obrigada pelo apoio!
      Grande abraço!

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